Agendar sessão
Especialidade clínica

Exaustão
emocional
e burnout

Quando o cansaço deixa de ser cansaço e passa a ser um estado permanente — o trabalho clínico começa exatamente aí. Com método, com técnica e com a precisão necessária para identificar o que sustenta esse estado e o que o processo precisa ser para cada pessoa específica.

Agendar sessão

Pode ser exaustão emocional
se você se reconhece em algum destes:

01

Descansou — e ainda assim o cansaço não passou. O sono não repõe.

02

Funciona. Entrega. Cumpre. Mas por dentro algo desligou.

03

Irritabilidade fora de proporção — reações que você mesmo não reconhece.

04

Dificuldade de concentração e memória que antes não existia.

05

Sensação de que está sempre "no limite" — sem saber bem de quê.

06

Distância emocional das pessoas e das coisas que antes importavam — uma despersonalização afetiva que se instala sem aviso.

07

Queda de produtividade que não bate com o esforço — trabalhando mais horas, entregando menos, presente fisicamente e ausente mentalmente.

08

Sensação de fracasso profissional mesmo com histórico consistente de conquistas. A autocrítica ganha volume e distorce o que era claro.

09

Vontade recorrente de largar tudo — mudar radicalmente de carreira, de cidade, de país. Não como decisão pensada, mas como impulso de escape.

Se algum destes sinais está presente na sua rotina de forma persistente, isso pode ser um ponto de partida para uma conversa clínica.

O que acontece
clinicamente

Exaustão emocional é o resultado de um sistema nervoso que operou acima da sua capacidade por tempo demais — sem recursos suficientes para se recuperar. O organismo cobra, mas costuma cobrar em silêncio, de formas que demoram a ser nomeadas.

A diferença entre exaustão e cansaço comum é clínica: o cansaço se resolve com repouso. A exaustão emocional persiste mesmo depois do descanso — e frequentemente piora com ele, porque parar expõe o que a atividade constante mantinha coberto.

O trabalho terapêutico com exaustão emocional e burnout é conduzido com abordagens baseadas em evidências e fundamento em neuropsicologia clínica. É intervenção estruturada na regulação emocional, nos padrões cognitivos que sustentam a sobrecarga, e no desenvolvimento de recursos concretos de funcionamento.

Abordagem clínica
Técnicas baseadas em evidências científicas, com fundamento em neuropsicologia clínica — adaptadas à sua história e contexto específicos.
Quem atendo
Adultos. Brasileiros no Brasil e no exterior. Atendimento online em português, no seu fuso.
Ponto de entrada
O processo começa a partir de sintomas e do impacto que causam — não de um diagnóstico formal. A avaliação clínica é parte do trabalho, não pré-condição para ele.

01

Regulação emocional real

Ferramentas para identificar, nomear e responder às emoções de forma mais funcional — em vez de ser governado por elas ou desconectado delas.

02

Identificação dos padrões

Compreensão dos ciclos cognitivos e comportamentais que alimentam a sobrecarga — e construção de alternativas sustentáveis.

03

Gestão da capacidade

Desenvolvimento de recursos concretos para modular demandas, estabelecer limites funcionais e sustentar o desempenho sem colapso.

04

Presença restaurada

Reconexão gradual com a capacidade de estar presente — no trabalho, nas relações, e consigo mesmo — de forma que não exija esforço constante para manter.

Se você chegou até aqui, provavelmente já passou do ponto em que descanso basta.

Agendar sessão →
Quem conduz o trabalho

Yasmin Geaquinto Rocha
Psicóloga e Psicoterapeuta

Ver trajetória completa →
Formação clínica
Psicologia Clínica · Mestrado em Empreendedorismo e Inovação Social · UBI Portugal
Prática clínica
Contextos hospitalar, clínico, organizacional e social — Brasil e Europa
CRP 16/6960
Registro profissional ativo · Atendimento conduzido sob os princípios do Código de Ética do CFP
Uma sobreposição frequente

Exaustão emocional e TDAH não diagnosticado coexistem com frequência — e tratar apenas um sem investigar o outro produz melhora parcial. O trabalho clínico endereça os dois.

Ver neurodiversidade →
Autoria clínica

Redigido e revisado por

Yasmin Geaquinto Rocha

Psicóloga clínica · CRP 16/6960

Última revisão: junho de 2026